Levou uma bronca do chefe? Saiba o que deve ser evitado e como agir …

SÃO PAULO – Deixar de realizar alguma atividade, fazer algo errado, frustar as expectativas da empresa, atrasar o pedido do cliente, entre outros são alguns dos motivos pelos quais os profissionais tomam uma bronca do chefe.

Nesta situação, muitos podem perder a cabeça e discutir com chefe, outros tentam se justificar e têm aqueles que ainda choram. Cada pessoa pode ter uma reação, mas nem todas são as mais adequadas. Pensando nisso, o Portal InfoMoney conversou com especialistas para saber o que é mais indicado neste momento.

Para a diretora-presidente da Projeto RH, Eliane Figueiredo, nenhuma das reações acima é indicada. A primeira, de discutir com o chefe, faz com que o profissional perca a razão, mesmo que ele esteja certo em relação à bronca. “Nesta hora é importante respirar fundo e não discutir”.

 

Leia na Íntegra : Informoney – evou uma bronca do chefe? Saiba o que deve ser evitado e como agir

Liderança e gestão não são sinônimos …

Há provavelmente tantas definições de liderança quanto pessoas interessadas no assunto. Muitos de nós formamos nossos pensamentos e definições baseados no que nos dizem as pessoas à nossa volta, de quem aprendemos nossas lições de liderança.

Para muitos, a imagem de liderança vem carregada de poder formal e autoridade. Para outros, remete à visão de oradores eloquentes que inspiram com palavras e pensamentos. Cada indivíduo traz sua personalidade única e talentos para sua posição de liderança. Mas, um bom ponto de partida para definir liderança é separá-la de gestão.

 

Leia na Íntegra : CIO – Liderança e gestão não são sinônimos

Vida de Equilibrista: as dores e as delícias da mãe que trabalha …

Pesquisa traz as dificuldades do retorno das mães ao mercado de trabalho

A partir do momento que uma pessoa decide ter filhos, suas escolhas passam a afetar não apenas a si própria, mas também à criança. Por isso, após dar à luz, muitas mulheres se perguntam se devem retornar — ou ingressar — no mercado de trabalho. Buscando encontrar resposta para questões como essa, a psicóloga Cecília Russo Troiano dedicou 18 meses a um trabalho que resultou no livro Aprendiz de Equilibrista.

Não conhecendo nenhuma obra literária que tratasse do tema sob o olhar dos filhos, Cecília, que também é autora de Vida de Equilibrista: dores e delícias da mãe que trabalha, debruçou-se sobre essa investigação durante meio ano — um terço do tempo total de produção do livro. Participaram mais de 500 pessoas, de seis a 22 anos, das classes A e B da cidade de São Paulo. Em grupos de discussão e respondendo a questionários, os participantes foram convidados a mostrar qual o retrato que viam dos pais (e o que gostariam de mudar neles) e como organizam o projeto de futuro, pensando em família e carreira.

Leia na Íntegra : Zero Hora – Vida de Equilibrista: as dores e as delícias da mãe que trabalha

Para CIOs, falta de mão de obra ameaça crescimento das organizações …

Desenvolvimento de novas competências e formação de gestores estão entre os pilares estratégicos das áreas de TI nas  maiores empresas
Recrutamento e retenção de mão de obra qualificada são preocupações que tiram o sono de qualquer CIO no Brasil. Esta realidade foi confirmada no estudo  “Antes da TI, a estratégia”, realizado pela IT Mídia com o objetivo de mapear as tendências de investimentos em tecnologia entre as mil maiores empresas do País.
Segundo a pesquisa, mais da metade dos líderes de TI indica a falta de profissionais capacitados entre as três maiores ameaças ao crescimento futuro das organizações.Não por acaso, gestão de pessoas esteve entre os temas mais urgentes e problemáticos tratados no IT Forum 2011, durante os intercâmbios de ideias batizados com o mesmo nome do estudo. Mais do que profissionais preparados tecnicamente, o atual grande desafio dos CIOs, concluíram os congressistas, reside na preparação de equipes com conhecimento de negócios e competências gerenciais.

Jorge Cordenonsi, vice-presidente de tecnologia da Sodexo para Américas do Sul e Central, que o diga. Há três anos, o executivo liderou localmente um processo de transformação global da TI da companhia. O plano foi viabilizado por uma decisão pouco ortodoxa: a criação de uma área de recursos humanos dentro da estrutura de TI, voltada a preencher os gargalos de recrutamento e retenção deixados pelo departamento de pessoas corporativo. O mesmo foi feito com os núcleos de finanças e supply chain, tornando a divisão de TI quase que uma empresa independente.

Leia na Íntegra : Reseller Web – Para CIOs, falta de mão de obra ameaça crescimento das organizações

Você ganha pouco? …

Com o mercado de trabalho aquecido, existe a oportunidade de aumentar seu salário. Veja como descobrir se a sua remuneração é justa

Os planos de contratação das empresas brasileiras este ano são agressivos. Isso valoriza os bons profissionais, que passam a ser disputados. Assim, muita gente está diante de uma ótima oportunidade de melhorar a remuneração. Se esse é seu caso, antes de entrar numa negociação sempre é bom saber se o seu salário está acompanhando a realidade de mercado.

Isso vale tanto para quem receber um convite de emprego quanto para quem pleiteia um aumento. “Desde o ano passado as companhias estão pagando melhor”, diz Fabiano Kawano, headhunter da Robert Half, empresa de recrutamento, de São Paulo. “É um ótimo momento para discutir salário.” Para fazer isso, você precisa saber se a sua remuneração está de acordo com as leis do mercado. Entenda quais passos seguir para descobrir se você ganha bem, ou não.

> Converse com quem confia
Você construirá uma visão de quanto vale seu passe a partir de informações de mercado. É como se faz na hora de comprar um carro ou uma casa, mas um pouco mais difícil, porque falar de remuneração envolve um tanto de cerimônia. Comece por seus amigos e contatos no mercado. Fale com antigos chefes, que são do ramo e devem ter algumas informações. “Tome o cuidado de procurar apenas pessoas de confiança”, diz Fabiano, da Robert Half. Salário é algo delicado para discutir com qualquer um.

Leia na Íntegra : Você SA – Você ganha pouco?

Chefes ou funcionários imaturos – saiba reconhecê-los e lidar com eles …

A imaturidade emocional no ambiente de trabalho, se identificada, é considerada um problema grave. Isso porque, dizem especialistas, ela pode impactar os resultados da equipe e até mesmo a carreira do profissional.

De acordo com a gerente de consultoria da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Priscilla Telles, de modo geral, profissionais imaturos estão mais preocupados com a própria visibilidade,  sendo que são pessoas que não possuem paciência para atingir objetivos.

Além disso, diz ela, estes funcionários possuem pouco senso corporativo, ou seja, têm excesso de informalidade, não seguindo as normas da empresa; e são excessivamente inseguros, visto que sentem sua posição constantemente ameaçada pelos colegas.

No mais, acrescenta a consultora de RH (Recursos Humanos) do Grupo Soma, Jane Souza, tais profissionais têm dificuldades para aceitar críticas e separar o profissional do pessoal.

Líder

No caso de líderes emocionalmente imaturos, diz Jane, os prejuízos para a empresa são ainda

maiores. Pois, segundo ela, quando a imaturidade atinge o chefe, além de impactar a  rodutividade, a empresa pode perder bons profissionais.

Como líderes imaturos, dizem as especialistas, podem ser incluídos aqueles que costumam”

Leia na Íntegra,

VOCÊ É BOM EM TOMAR DECISÕES …

VOCÊ É BOM EM TOMAR DECISÕES?

Para reflexão!

Um grupo de crianças brinca próximo a duas vias férreas, uma das vias ainda está em uso e a outra está desativada.

Apenas uma criança brinca na via desativada, as outras na via em operação.

O trem está vindo e você está exatamente sobre aquele aparelho que pode mudar o trem de uma linha para outra.

Você pode fazer o trem mudar seu curso para a pista desativada e salvar a vida da maioria das crianças.

Entretanto, isto significa que a solitária criança que brinca na via desativada será sacrificada.

Você deixaria o trem seguir seu caminho?

VOCÊ TEM QUE TOMAR UMA DECISÃO! O TREM NÃO PARARÁ ESPERANDO

POR VOCÊ!

A maioria das pessoas escolherão desviar o trem e sacrificar só uma criança.

Você pode ter pensado da mesma forma, eu acho.

Exatamente, salvar a vida da maioria das crianças à custa de uma só criança é a decisão mais racional que a maioria das pessoas tomariam, moralmente e emotivamente.

Mas, você pensou que a criança que escolheu brincar na via desativada foi a única que tomou a decisão correta de brincar num lugar seguro?

Não obstante, ela tem que ser sacrificada por causa de seus amigos ignorantes que escolheram brincar onde estava o perigo.

Este tipo de dilema acontece ao nosso redor todos os dias.

No escritório, na comunidade, na política…

E especialmente numa sociedade democrática, a minoria frequentemente é sacrificada pelo interesse da maioria, não importa quão tola ou ignorante a maioria seja e nem a visão de futuro e o conhecimento da minoria.

Além do mais, se a via tinha sido desativada, provavelmente não era segura.

Se você desviou o trem para a outra via, colocou em risco a vida de todos os passageiros.

E em sua tentativa de salvar algumas crianças sacrificando apenas uma, você pode acabar sacrificando centenas de pessoas.

Se estamos com nossas vidas cheias de fortes decisões que precisam ser tomadas, nós não podemos esquecer que decisões apressadas nem sempre levam ao lugar certo.

Lembre-se de que o que é correto nem sempre é popular… E o que é popular nem sempre é correto.

E que todo mundo comete erros; foi por isso que inventaram a borracha e o apagador.

Autor desconhecido

Escrito por :

Sergio Torres, PMP

PMP, COBIT, ITIL, MCT and

MCITP – Enterprise Project

Management (EPM)

Consultant at Petrobras

Profissionais estão se demitindo do chefe e não da empresa …

É preciso gostar do chefe para ‘vestir camisa da empresa’

Empregados são fieis quando têm bom relacionamento na empresa.

Na maior parte dos casos de demissão, as pessoas estão se demitindo do chefe e não da empresa

O salário e a promoção não aparecem nas pesquisas como fator determinante para demonstrar o grau de satisfação dos funcionários

 

O principal fator que faz o funcionário vestir a camisa da empresa é ter um bom relacionamento com o chefe e com a equipe, afirmam especialistas. Já o salário, ao contrário do que muitos podem pensar, influencia pouco na fidelidade do profissional ao empregador.
Com o aquecimento da economia e o aumento da oferta de emprego, esses profissionais que não estão satisfeitos com a empresa tendem a não pensar duas vezes em mudar de emprego quando …”
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Dizendo Não Pro Seu Chefe …

Todos nós ficamos um tanto complacentes de vez em quando. Afinal, temos zonas de conforto. Nos dedicamos às coisas que curtimos, que nos fazem sentir bem, que vem facilmente. Este é o motivo pelo qual muitas pessoas se cercam com pessoas que concordam com elas, que pensam como elas e que as apoiam incondicionalmente. Mas líderes do 1º escalão de uma grande empresa não podem se dar esse luxo.

Em contrapartida ao substancial pacote de remuneração que é investido neles pelos acionistas, os líderes devem imergir no desconfortável, no não …

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Como Fazer o seu Chefe Concordar …

Todos nós esperamos que nosso chefe concorde conosco quando apresentamos uma solicitação, mas geralmente ele diz “não”. O problema pode não estar naquilo que você pediu, mas em como você pediu o que queria. Por isso, segue algumas dicas que você precisa ter em mente se quiser que seu chefe concorde.

1 – Faça o Seu Dever de Casa

 

Entenda qual você realmente …

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