CFOs decidem mais sobre TI do que CIOs, diz Gartner …

Apesar disso, CFOs e CIOs ainda não aproveitam como poderiam a oportunidade para se formar uma “poderosa aliança” dentro das grandes corporações.

O CFO tem uma maior influência nas decisões de investimento em TIs do que o CIO, diz a Gartner. O CFO autoriza 26% de todos os investimentos em TI, e 51% quando combinado com o CIO, segundo revela a edição 2011 do Financial Executives International (FEI) Technology Study, que mostra também um aumento significativo da quantidade de CIOs que passaram a se reportar aos CFOs, em relação à edição de 2010.

O estudo ouviu executivos (75% deles CFOs) de 344 empresas de diversos segmentos econômicos, 49% delas com operações globais. Em 46% das organizações a área de TI se reporta diretamente ao CFO (em 2010 eram 42%). E em 45% delas, o CFO lidera a estratégia de investimento em tecnologia, por ser o único decisor (7%) ou por liderar a equipe que toma decisões sobre tecnologia e TIs (38%). Só em 5% das empresas o CIO continua soberano em relação às decisões de investimentos em tecnologia.

 

Leia na Íntegra : CIO – CFOs decidem mais sobre TI do que CIOs, diz Gartner

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Cloud Computing ameaça o emprego do CIO

Partilhar documentos não é o suficiente para tornar consistentes os projetos de colaboração …

A experiência de consumo de hoje com a colaboração é em tempo real, mediada por texto, voz e vídeo, e não documentos. Precisamos funcionar mais como o Facebook. De comunicações em tempo real como o
Twitter.

A crescente complexidade das economias obriga a uma maior colaboração. Principalmente dos executivos de nível intermediário. Eles são os que mais viajam a trabalho e o que mais se comunicam entre seus pares, com subordinados e com executivos de alto escalão. Na opinião do especialista Geoffrey Moore, autor do livro “Crossing the Chasm”, um melhor aparelhamento desses executivos de nível intermédio resultará em benefícios mais interessantes mais as corporações.

Leia na Íntegra : CIO – Partilhar documentos não é o suficiente para tornar consistentes os projetos de colaboração

Siglas CMO, CIO, CFO, CEO, COO, mas e aí, o que são ?

CEO = Chief Executive Officer – (Presidentes, Proprietarios ou Socios)

CMO = Chief Marketing Officer – (Vice-Presidentes, Superintendentes ou Diretores de Marketing / Propaganda)

CFO = Chief Financial Officer (Vice-Presidentes, Superintendentes ou Diretores de Financas)

CIO = Chief Information Officer (Vice-Presidentes, Superintendentes ou Diretores de TI)

CHRO = Chief Human Resources Officer (Vice-Presidentes, Superintendentes ou Diretores de RH)

COO = Chief Operating Officer (Vice-Presidentes, Superintendentes ou Diretores de Operacoes)

CCO = Chief Communications Officer (Vice-Presidentes, Superintendentes ou Diretores de Comunicacoes)

Para CIOs, falta de mão de obra ameaça crescimento das organizações …

Desenvolvimento de novas competências e formação de gestores estão entre os pilares estratégicos das áreas de TI nas  maiores empresas
Recrutamento e retenção de mão de obra qualificada são preocupações que tiram o sono de qualquer CIO no Brasil. Esta realidade foi confirmada no estudo  “Antes da TI, a estratégia”, realizado pela IT Mídia com o objetivo de mapear as tendências de investimentos em tecnologia entre as mil maiores empresas do País.
Segundo a pesquisa, mais da metade dos líderes de TI indica a falta de profissionais capacitados entre as três maiores ameaças ao crescimento futuro das organizações.Não por acaso, gestão de pessoas esteve entre os temas mais urgentes e problemáticos tratados no IT Forum 2011, durante os intercâmbios de ideias batizados com o mesmo nome do estudo. Mais do que profissionais preparados tecnicamente, o atual grande desafio dos CIOs, concluíram os congressistas, reside na preparação de equipes com conhecimento de negócios e competências gerenciais.

Jorge Cordenonsi, vice-presidente de tecnologia da Sodexo para Américas do Sul e Central, que o diga. Há três anos, o executivo liderou localmente um processo de transformação global da TI da companhia. O plano foi viabilizado por uma decisão pouco ortodoxa: a criação de uma área de recursos humanos dentro da estrutura de TI, voltada a preencher os gargalos de recrutamento e retenção deixados pelo departamento de pessoas corporativo. O mesmo foi feito com os núcleos de finanças e supply chain, tornando a divisão de TI quase que uma empresa independente.

Leia na Íntegra : Reseller Web – Para CIOs, falta de mão de obra ameaça crescimento das organizações