Explodir a pirâmide hierárquica dinamiza empresa e valoriza colaborador …

Muitas empresas acreditam que para ganharem mercado e avançarem no segmento que atuam basta apenas investir em tecnologia e sistemas de produção. Entretanto, a “ferramenta” mais importante que ela conta é o próprio colaborador. Por que, então, com toda a modernização ocorrida em diversos nichos, as empresas ainda se baseiam em teorias de gestão com mais de cem anos de existência e que se baseiam em premissas nada “científicas” para não dizer, como se mostram atualmente falsas? Que nos perdoem Taylor e Fayol.

Ousar e adotar um modelo de gestão diferenciado foi a solução para algumas empresas alavancarem seus negócios e conseguir alcançar resultados mais expressivos, perpetuando suas marcas e tornando-se, cada vez mais, referências em suas respectivas áreas. Renomadas organizações como Toyota, Southwest, Guardian, SEMCO, Handelsbanken, além do Google, fizeram essa escolha após identificarem a necessidade de valorizar o seu colaborador. Será que a maioria das organizações não conseguem pensar e criar uma forma mais flexível de organização que elimine a “camisa de força” que são os contratos fixos de desempenho, por exemplo?

Leia na Íntegra : Incorporativa – Explodir a pirâmide hierárquica dinamiza empresa e valoriza colaborador

10 dicas para o RH ficar cada vez mais próximo do colaborador …

Fala-se muito sobre a atuação do profissional de Recursos Humanos como profissional estratégico do negócio. Para isso, a área não deve ficar restrita apenas à realização de atividades técnicas e trancada entre “quatro paredes”, ou seja, alheia à realidade organizacional. É preciso muito mais para participar da estratégia organizacional e se torna fundamental conhecer as pessoas que atuam na organização como um todo. Mas, como se aproximar dos profissionais? Eis algumas dicas para você que é RH e realmente deseja saber o que acontece na empresa onde atua.

1 - Ficar “escondido” na sala o expediente completo, durante toda a semana só tornará a área de RH desconhecida para o cliente interno. Não precisa sair em desespero para visitar todos os departamentos da empresa em um único dia. Faça um cronograma e isso o ajudará a conhecer melhor quem atua em qual setor.

2 - Nas visitar aos departamentos, mostre-se receptivo às informações dos colaboradores, pois eles sempre têm algo novo e importante para que você realize seu trabalho. Por essa razão, pergunte, tire suas dúvida e escute o que os funcionários dizem sobre o próprio setor em que atuam e as ações da empresa de uma forma geral.

Leia na Íntegra : RH Tour – 10 dicas para o RH ficar cada vez mais próximo do colaborador

VOCÊ CONHECE O RAUL? ***(PARA OS CHEFES) *** …

Muitos daqueles que se julgam lideres deveriam conhecer o Raul.
Talvez assim merecessem a liderança que acreditam exercerem.

O Raul  (Texto de Max Gehringer – CBN)

Durante minha vida profissional, eu topei com algumas figuras cujo sucesso surpreende muita gente.

Figuras sem um vistoso currículo acadêmico, sem um grande diferencial técnico, sem muito networking ou marketing pessoal. Figuras como o Raul.

Eu conheço o Raul desde os tempos da faculdade. Na época, nós tínhamos um colega de classe, o Pena, que era um gênio.

Na hora de fazer um trabalho em grupo, todos nós queríamos cair no grupo do Pena, porque o Pena fazia tudo sozinho.

Ele escolhia o tema, pesquisava os livros, redigia muito bem e ainda desenhava a capa do trabalho – com tinta nanquim.

Já o Raul nem dava palpite. Ficava ali num canto, dizendo que seu papel no grupo era um só, apoiar o Pena.

Qualquer coisa que o Pena precisasse, o Raul já estava providenciando, antes que o Pena concluísse a frase.

Deu no que deu.

O Pena se formou em primeiro lugar na nossa turma. E o resto de nós passou meio na carona do Pena – que, além de nos dar uma colher de chá nos trabalhos, ainda permitia que a gente colasse dele nas provas.

No dia da formatura, o diretor da escola chamou o Pena de ‘paradigma do estudante que enobrece esta instituição de ensino’.

E o Raul ali, na terceira fila, só aplaudindo.

Dez anos depois, o Pena era a estrela da área de planejamento de uma multinacional.

Brilhante como sempre, ele fazia admiráveis projeções estratégicas de cinco e dez anos.

E quem era o chefe do Pena? O Raul.

E como é que o Raul tinha conseguido chegar àquela posição? Ninguém na empresa sabia explicar direito.

O Raul vivia repetindo que tinha subordinados melhores do que ele, e ninguém ali parecia discordar de tal afirmação.

Além disso, o Raul continuava a fazer o que fazia na escola, ele apoiava.

Alguém tinha um problema? Era só falar com o Raul que o Raul dava um jeito.

Meu último contato com o Raul foi há um ano. Ele havia sido transferido para Miami, onde fica a sede da empresa.

Quando conversou comigo, o Raul disse que havia ficado surpreso com o convite. Porque, ali na matriz, o mais burrinho já tinha sido astronauta.

E eu perguntei ao Raul qual era a função dele. Pergunta inócua, porque eu já sabia a resposta.

O Raul apoiava. Direcionava daqui, facilitava dali, essas coisas que, na teoria, ninguém precisaria mandar um brasileiro até Miami para fazer.

Foi quando, num evento em São Paulo, eu conheci o Vice-presidente de recursos humanos da empresa do Raul.

E ele me contou que o Raul tinha uma habilidade de valor inestimável:…

ELE ENTENDIA DE GENTE!

Entendia tanto que não se preocupava em ficar à sombra dos próprios subordinados para fazer com que eles se sentissem melhor, e fossem mais produtivos.

E, para me explicar o Raul, o vice-presidente citou Samuel Butler, que eu não sei ao certo quem foi, mas que tem uma frase ótima: “Qualquer tolo pode pintar um quadro, mas só um gênio consegue vendê-lo”.

Essa era a habilidade aparentemente simples que o Raul tinha, de facilitar as relações entre as pessoas.

Perto do Raul, todo comprador normal se sentia um expert e todo pintor comum, um gênio.

Essa era a principal competência dele.

‘Há grandes Homens que fazem com que todos se sintam pequenos. Mas, o verdadeiro Grande Homem é aquele que faz com que todos se sintam Grandes”.

O que pesa na passagem de um cargo operacional para um ligado a gestão …

Segundo a consultora da empresa RH Internacional, Flávia Barcelos, bom desempenho em uma área não garante êxito em outra

A avaliação de um bom desempenho profissional pode ser um indicativo de que você está pronto para assumir desafios maiores e mais estratégicos dentro da empresa onde atua. O fato de você ser um bom profissional em uma área operacional, no entanto, não assegura que em áreas diretivas, de gestão e na esfera de decisão, isso se repita.

O primeiro passo tanto para empresas quanto para profissionais avaliarem a transferência, promoção ou evolução da área mais técnica e/ou operacional para outra mais estratégica, ligada à gestão do negócio, é a análise criteriosa das competências desse profissional em questão. “Só uma completa avaliação das competências, do potencial e do trabalho desse profissional dará o diagnóstico sobre sua situação, e se ele é adequado para assumir determinado desafio ou não.

Leia na Íntegra : Administradores – O que pesa na passagem de um cargo operacional para um ligado a gestão

O Que É Necessário para Aplicar Coaching No Seu Time …

“Você sabe que precisa aplicar coaching no seu time. Se eles desempenham bem as suas funções, você desempenha bem as suas. E, se você não está sendo atualmente avaliado pela sua “habilidade de aplicar coaching e desenvolver outros” – isso provavelmente vai mudar mais cedo do que você pensa.O processo de coaching aplicado por um profissional externo continua a ser fundamental, mas algumas organizações estão em busca daqueles quem tem o perfil de líder-coach pois concluiram que isso é vital para desenvolver talentos e alcançar as metas de desempenho. E você, como executivo, tem um papel chave neste cenário.

A questão é que os líderes estão sendo responsabilizados pelo desenvolvimento dos demais, mas poucos são efetivamente  preparados para aplicar coaching. E aí eles acabam dando avaliações, se reunindo ocasionalmente e oferecendo conselhos. Na Alliance Coaching, nós temos ajudado líderes coaches a entender que eles precisam ser  coaches efetivos se concentrando em ações específicas.”

Leia na Íntegra,

Os 10 Erros Mais Comuns de Líderes Recém-Chegados …

Liderar pode ser um pouco difícil no início. Uma pesquisa recente concluiu que  mais de 50% dos líderes receberam treinamento ZERO antes de se lançarem na função. Segue uma lista dos erros mais comuns que os novos líderes cometem: ao menos assim você terá a chance de evitá-los.(À propósito, se você acha que esqueci de algum, utilize o link “Os Leitores Respondem” ao final paraadicionar um novo).

1. Considerar que você sabe tudo.

Se você acabou de ser promovido a Gerente de Produção, você pode achar que sabe tudo sobre produção.

Mesmo que isso seja verdade – e não o é – você certamente não sabe tudo sobre a parte mais importante do seu trabalho: gerenciar pessoas. Ouça as pessoas ao seu redor. Pergunte a opinião delas quando apropriado.

Mantenha a mente aberta.

2. Mostrar a todos quem está no comando.

Confie em mim, todos no seu time sabem quem é o novo gerente. Você não precisa dar um grande show sobre o fato de ser “o chefe”. Entretanto, você precisa sim demonstrar que, como chefe, você está fazendo uma diferença positiva.

3. Mudar tudo.

Não re-invente a roda. Só porque a forma como alguma coisa é feita não é a forma como você faria, isso não siginifica necessariamente que está errada…”

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Profissionais estão se demitindo do chefe e não da empresa …

É preciso gostar do chefe para ‘vestir camisa da empresa’

Empregados são fieis quando têm bom relacionamento na empresa.

Na maior parte dos casos de demissão, as pessoas estão se demitindo do chefe e não da empresa

O salário e a promoção não aparecem nas pesquisas como fator determinante para demonstrar o grau de satisfação dos funcionários

 

O principal fator que faz o funcionário vestir a camisa da empresa é ter um bom relacionamento com o chefe e com a equipe, afirmam especialistas. Já o salário, ao contrário do que muitos podem pensar, influencia pouco na fidelidade do profissional ao empregador.
Com o aquecimento da economia e o aumento da oferta de emprego, esses profissionais que não estão satisfeitos com a empresa tendem a não pensar duas vezes em mudar de emprego quando …”
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A arte de ser liderado …

”Dicas em Conta Gotas ”, são matérias compactas que periodicamente a AGRHO divulga, abordando temas variados e relevantes,  procurando despertar e/ou orientar nossos parceiros, sobre as armadilhas organizacionais e comportamentais do dia-a-dia.

 

A ARTE DE SER LIDERADO

por Renato Fazzolari

 

 

    Vocês perceberam que só existem informações, das mais diversas maneiras, de como se deve proceder para ser um líder? Um comandante? São cursos, palestras, cobranças de todos os tipos; basta ter um grupo, seja lá qual for, que o indivíduo fica sob pressão de ter que se comportar como líder, ou então, será um liderado, e a cultura dita que, se o Líder é tido como o sucesso, o liderado será o oposto, o que o deixará com o sentimento de inferioridade, ou até mesmo de fracassado.

 

    Será mesmo que saber ser liderado é negativo? Ou será que simplesmente se esqueceram que para chegar a qualquer liderança, ser liderado é um estágio obrigatório? E que todos, sem exceção, mesmo sendo líderes, também são liderados.

 

    Exemplificamos:

 

    O mais simples dos cargos em uma empresa, é liderado (comandado) pelo Supervisor do Departamento, que por sua vez é liderado pelo Chefe da Divisão, que é liderado pelo Gerente, que é liderado pelo Diretor ou Dono da empresa.

Ah…, finalmente chegamos ao topo da liderança, o Dono, esse enfim não terá a quem se reportar. Não é verdade?

 

    NÃO, não é verdade, o Dono será comandado (liderado), por outros tipos de lideranças, às quais terá que se submeter, ou seja: os Clientes, as Leis, conseqüentemente os Governantes, os Concorrentes (estes o forçarão a se adaptar às condições do mercado), e a uma série de outros comandos, os quais têm seus próprios líderes que ditarão as regras, as quais terá que obedecer.

 

    Como podemos observar, obrigatoriamente, todos somos liderados, então porque não considerarmos essa realidade, da qual não podemos escapar?

 

    Vamos às Dicas:

 

    Brilhar e ser um sucesso não requer obrigatoriamente ser o “Comandante Mor”, essa posição pode ser uma meta, ou um estímulo, mas não uma obsessão. O percurso pode ser muito mais estimulante e gratificante.

 

    Exemplos na vida confirmam isso:

 

    Quantos Papas existiram que foram (colocados como) os líderes maiores da igreja católica e ninguém sequer sabe quem foram, e no entanto, outros simples religiosos se tornaram Santos.

    Quantos Generais foram medíocres, enquanto soldados rasos se tornaram heróis.

    Patrões desconhecidos, abrigaram profissionais super talentosos.

    Professores obscuros tiveram como alunos pessoas que brilharam em suas carreiras profissionais. 

    Poderíamos preencher páginas e páginas relatando exemplos, no entanto, basta  você olhar ao seu redor para constatar inúmeros casos que comprovarão o que estamos dizendo.

 

    O importante é nos conscientizarmos que temos o poder de ser um sucesso como liderados, mas desde que para isso nos tornemos brilhantes líderes, não necessariamente de outros, mas obrigatoriamente LÍDERES DE NÓS MESMOS, que assumamos o comando de dirigir com firmeza o rumo de nossa própria vida.

           

                O sucesso será uma mera conseqüência e uma questão de tempo. E com esta postura seremos no mínimo muito mais felizes e realizados como pessoa.

 

“O PROFISSIONAL QUE A USINA NECESSITA; A USINA QUE O PROFISSIONAL PROCURA.”

 

MAIOR CADASTRO DE PROFISSIONAIS QUALIFICADOS NO SEGMENTO SUCROALCOOLEIRO DO BRASIL

 

 

Renato Fazzolari
AGRHO Recursos Humanos
(19) 3203-3132 / 4660
renato@agrho.com.br
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Gerenciando Mudanças / Gerenciando o Medo das Pessoas …

Gerenciar mudanças significa gerenciar o medo das pessoas. Mudança é uma coisa natural e positiva, mas a reação das pessoas à mudança é imprevisível e irracional. No entanto, há uma luz no final do tunel: ela pode ser gerenciada se feita da forma correta.

Mudança

Nada é tão desconcertante para a sua equipe quanto mudanças. Nada tem tamanho potencial para causar desastres, quebras de produção ou queda na qualidade.  Ainda assim, nada é tão importante para a sobrevivência da sua organização quanto essas mesmas mudanças. A história é cheia de exemplos de organizações

Leia na Íntegra,

Lidando Com Funcionários Difíceis …

Todos os gerentes terão que lidar com funcionários difíceis durante as suas carreiras. Por quê? Primeiro, porque sempre existirão funcionários difíceis. Segundo, porque é seu trabalho como gerente lidar com eles. E pode ter certeza de uma coisa: se você não lidar com o problema, isso só vai piorar a situação.

Por Que Funcionários Díficeis São Assim?

Eles são assim …