Como criar um Talento? – Profissional Coach

As empresas, especialmente os profissionais de Recursos Humanos buscam incansavelmente resposta a pergunta que dá titulo a este artigo. Programas curriculares de formação profissional colocam em seu conteúdo programático as teorias históricas da gestão como tentativa de criar em seus alunos o incremento a auto-análise para que assim possam identificar talentos escondidos, e pasme, a resposta prática é muito pequena, pois a ação proativa de identificação encontra muitas vezes barreiras pessoais instransponíveis, essas barreiras são as próprias pessoas, fechadas em si mesmas, travadas no mundo de sua consciência e tem como conseqüência não deixar nascerem seus próprios talentos, pois com os outros é fácil, o difícil é olhar no interior de nossa consciência e deixar transbordar nosso conteúdo de possibilidades.

A maioria das pessoas não se auto qualifica, terceiriza na sociedade a missão de resgatar seus próprios talentos, aguardam que sejam descobertas, assim como um tesouro enterrado. Pouco ou quase nada fazem para buscar dentro de si os sinais que possuem de características talentosas necessárias ao seu crescimento.

Seguindo a prática do desenvolvimento geral do talento:

•As pessoas devem ser incentivadas a identificar quais são suas paixões e aprender como alcançar cada uma delas plenamente;
•Uma vez identificadas cada paixão, as pessoas deverão ser motivadas para transformar essa paixão em amor, isso não é tarefa fácil, ao contrário, requer alta dose de treinamento e perseverança;
•Uma vez transformada paixão em amor, naturalmente vem à fase do desenvolvimento metódico de cada talento identificado, transformando-os em habilidades destacadas e únicas, assim essas habilidades deixarão de ser acessórios para tornarem-se fundamentos do crescimento pessoal;
•Somente após o desenvolvimento das etapas anteriores deve entrar em foco o Marketing do Talento, ou seja, o desenvolvimento da propagação natural e da visibilidade do talento que a essa altura já será uma habilidade introduzida no perfil das pessoas, essa etapa deve ser conduzida de forma simples, mas evolutiva, pois se não o for, há o risco de que as pessoas sejam levadas ao egocentrismo do talento, egocêntricas acabarão ficando fechadas em si mesmas, denotando características adversas ao que as organizações buscam.

Não há mérito na soberba, pelo contrário a humildade é a ferramenta mais utilizada para conquistas dos espaços pessoais e profissionais.

Se talentos são diferenciais competitivos, temos que identificá-los e colocá-los em prática, assim podemos somar as diferenças e realmente criar um mundo melhor, onde a Sustentabilidade Humana é resultado da soma de talentos e não do modismo por fazer aquilo que é moderno e muitas vezes sem sentido.

Encontre suas paixões, passado essa fase aprenda a amar e criar vínculos com ela para depois poder exercitar o amor e permanecer com seus talentos e não com a moda, pois essa ultima passa e seu talento deve permanecer.

cristina-granado@evolucaointeligente.com.br

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